O teletrabalho tornou-se uma realidade cada vez mais presente no mercado de trabalho, sobretudo no Ocidente. É na Europa e na América do Norte que esta modalidade é mais comum, enquanto na Ásia se registam os valores mais baixos.
Em Portugal, os trabalhadores fazem, em média, 1,5 dias de teletrabalho, segundo dados da Stanford University. Ao mesmo tempo, 41,7% dos portugueses trabalham atualmente num regime híbrido, de acordo com a RH Magazine.
62% das empresas já adotaram o teletrabalho
A mudança também é visível no tecido empresarial português, com 62% das empresas a adotarem esta nova realidade.
Entre as principais vantagens estão a flexibilidade e a possibilidade de alcançar um maior equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. No entanto, esta forma de trabalhar também traz novos desafios para as organizações.
A manutenção da cultura da empresa é apontada como uma dificuldade em 69% dos casos, enquanto a integração de novos colaboradores surge como um desafio para 77%.
Número de dias em teletrabalho varia consoante a dimensão da empresa
O tempo passado a trabalhar a partir de casa não é igual em todas as organizações.
Nas empresas de menor dimensão, a média situa-se nos 1,5 dias de teletrabalho. Já nas grandes empresas, 75% dos casos de teletrabalho situam-se entre os dois e os cinco dias.
Os dados mostram, assim, que a dimensão da organização pode influenciar a forma como o trabalho à distância é integrado no dia a dia.
Quase metade dos trabalhadores não tem um acordo formal
Apesar da consolidação deste modelo de trabalho, há ainda uma realidade relevante: 47% dos trabalhadores em teletrabalho não têm um acordo formal, segundo a RH Magazine.
Entre modelos totalmente presenciais, híbridos e à distância, o teletrabalho continua, por isso, a transformar a organização das empresas e a relação dos portugueses com o local de trabalho.
Fontes: Stanford University e RH Magazine




