Deixo a minha casa nas mãos de quem a protege

2-3 minutos

Agora que estamos mais confiantes e com uma energia positiva e contagiante de alavancar as nossas vidas, está na hora de sairmos de casa e deixá-la segura.

Neste último ano, a nossa casa não foi simplesmente o T2, T3 ou T4, foi o nosso T-Tudo. Não foi apenas o nosso lar, onde chegávamos, largávamos o casaco, fazíamos o jantar, víamos televisão e perguntávamos aos nossos filhos como tinha corrido a escola, foi mais que isso, foi o nosso porto seguro durante 1 ano, a nossa bolha onde nos sentíamos protegidos e seguros.

Segundo a Administração Interna, a taxa de criminalidade em Portugal tem vindo a decrescer nos últimos cinco anos e em 2020, durante a pandemia, a criminalidade geral reduziu 10% até final de setembro e a criminalidade violenta e grave em 11,4%. Apesar deste acentuado decréscimo da criminalidade em Portugal, não é certo que os níveis irão manter-se tão baixos, isto porque as casas vão voltar a estar desocupadas e devido à grande instabilidade económico-social provocada pela pandemia, poderá conduzir a um aumento tendencial da criminalidade devido à falta de apoio social e consequente desespero.

À medida que vamos regressando, paulatinamente, à nossa rotina diária fora de casa, a insegurança que algo aconteça ao nosso T-Tudo é ainda maior, principalmente nesta fase pós-pandémica.

A Escolha do Consumidor realizou recentemente um estudo sobre serviços de segurança e para além da confiança na marca/empresa que irá prestar esses serviços, os consumidores que adquiriram um sistema, prezam igualmente a eficiência e qualidade dos serviços, bem como a rapidez em caso de ativação de alarme. Estes critérios são o reflexo de como o consumidor português inverteu as suas prioridades face às suas necessidades, deixou de ser o típico “qualquer coisa serve, desde que seja barato”, para tornar prioritária a qualidade do serviço e rapidez na resolução de um problema.

Os inquiridos que ainda não possuem um sistema de segurança, a confiança na empresa e a garantia que esta nos dá, são as suas primeiras escolhas. O profissionalismo e a rápida resolução por parte dos colaboradores são aspetos relevantes e transversais quer para clientes como para não clientes, resumindo-se, porém, à qualidade do serviço que o consumidor procura nesta nova realidade.

Chegou a hora da liberdade, de não adiar o inadiável – não perdermos mais tempo a pensar se a nossa casa estará segura, sem nos auto privarmos de “irmos”, quando durante tanto tempo tivemos de “ficar”.

Neste estudo realizado através da ConsumerChoice – Centro de Avaliação da Satisfação do Consumidor, para a categoria de “Serviço de Segurança”, os consumidores elegeram a Securitas Direct com um grau de satisfação de 75,2%.

Não percas tempo e faz já a tua simulação aqui.

 

www.securitasdirect.pt


Guia do Consumidor 2021

Queres saber que outros aspetos deves ter em conta quando escolhes uma determinada marca ou produto?

Participe nos nossos prémios

Projetos

Latest posts